segunda-feira, 28 de setembro de 2009


Ela caminhava sozinha, mas sentia o olhar dele, ela caminhava de mãos dadas com ele mesmo que ninguém visse... O vento batia em seus cabelos e os despenteava... Não era o vento eram as mãos dele que lhe acariciavam os cabelos sem ninguém ver... O corpo se arrepiava com o toque da noite, mas não era a noite que a tocava e sim os dedos dele a distancia que desenhavam seu corpo... O perfume de flores se espalhava pela rua deserta, mas não era o perfume de flores e sim a fragrância dos corpos apaixonados que se fundiam... A rua já não era mais deserta, ela era colorida por beijos alucinados, por sentidos despertados, por mãos que se tocavam, por duas pessoas loucas uma pela outra... Em silêncio, sozinhos, escondidos do mundo...

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