
E ela pensava a respeito do amor... O que seria o amor... O amor era aquele aperto no peito, que incomodava imensamente quando os dois passavam muito tempo sem se ver... Era aquela aversão ao “adeus”... O amor que é algo tão simples de ser vivido por eles, era tão complexo de ser explicado por ela... Era aquela mistura de tudo, ódio, paixão, emoção, alegria, tristeza... Ah, o amor... Definitivamente, ela não fazia a menor ideia de como explicá-lo, mas... Ela sabia como tinha começado e talvez funcionasse assim para todas as pessoas... Não existia dia, nem hora, muito menos tempo para acontecer... Bastava com que os olhos se cruzassem, o coração acelerasse, e você olhasse novamente, e quando os olhos se cruzassem pela segunda vez você teria certeza que jamais desviaria daqueles olhos novamente... Pronto, o amor acontecia... Isso ela sabia explicar melhor que ninguém...
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