sexta-feira, 26 de março de 2010


Ele era a minha bussola, sem ele não existia nem norte nem sul... Ele era a minha semana cheia, os trabalhos da faculdade... Os livros que eu devorava... O meio do meu dia, a metade da minha madrugada... A minha falta de sono, as minhas conversas intermináveis... Todos os dias ele ia embora sem dizer se voltava, partia, para talvez, não mais voltar... E quando ele se ia eu pedia ao céu para levar a lua, para apagar as estrelas, para acalmar o mar, para descolorir o vento... Porque sem ele tudo era nada e o cheio se tornava imensamente vazio...

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